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domingo, 15 de outubro de 2017

VINHO TINTO BOM E BARATO

https://vinhosempreconceito.blogspot.com.br/

Vinho Tinto Premiado Barato

Se você gosta de vinho e procura um que seja bom e barato, teste o chileno La Moneda Reserva's Malbec, listado entre as melhores marcas do mundo pela revista especialista "Decanter" no final de 2016. Infelizmente, ainda não encontado no Brasil, mas quem tem a oportunidade de viajar para exterior, poderá adquirir por apenas US$ 7 ou 5,28 £ no Reino Unido.

Vinho Bom e Barato

É um vinho tinto com uma cor roxo profundo com matizes de violeta, taninos com textura aveludada e aromas de ameixa, figo e morango, suave, ótimo para iniciantes no mundo do vinho.
Vale muito comprar se você tiver oportunidade, afinal ninguém precisa saber que o vinho premiado que você trouxe para os amigos vale apenas R$23,00.
Saúde à todos!

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

DA LINDA REGIÃO DO ALENTEJO: O melhor vinho branco do mundo


O Mundus Vini, um concurso de vinhos alemão, consagrou o vinho branco português como o melhor dos 16 melhores vinhos brancos do mundo. Pela primeira vez, um vinho português se consagrou o melhor vinho do mundo, o nome dele é Conde D’Ervideira Reserva Branco 2016, sua casta Antão Vaz, é 100%portuguesa, do Alentejo.   
Região:  Alentejo, Évora
Sua duração até 4 anos.
Enólogo: Nelson Rolo
Apresenta aromas de frutos tropicais, especiarias e baunilha, uma aveludado e untuoso, possuindo uma acidez equilibrada e taninos suaves e sedosos.
Se harmoniza bem, com pratos de peixes e perdizes, deverá ser servido a uma temperatura entre 7 e 9º C. O preço aproximado 10 euros, um vinho barato para seu prêmio. Ainda não encontrado no Brasil.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

DA REGIÃO DA BAIRRADA: Um vinho premiado



Este premiado vinho é o Grande Vadio Baga Vinhas Velhas 2012 é um vinho tinto produzido pela Luis Patrão, da colheita de 2012 que tem origem na aldeia da Poutena na região da Bairrada, Beira Litoral, Portugal. O VADIO trata-se de um projeto pequeno e familiar que tem como elemento essencial a recuperação das castas tradicionais e a produção de autênticos vinhos DOC Bairrada.  São duas parcelas de vinha totalmente distintas e um antigo armazém adaptado de uma forma muito simples para a produção de vinho. Os vinhos tem um estilo clássico que pretende respeitar a autenticidade da região e o caráter das castas que lhe dão origem.
Sua cor rubi, um aroma com notas de fruto silvestre e ligeiro balsâmico.
Traz uma elegância e concentração, com boa acidez e taninos sedosos. Um final longo e persistente. Sua casta é Baga (Vinhas Velhas).
Harmoniza-se bem com assados de carnes até aos queijos de pasta mole, passando pelo forte sabor do patê de fígado. Seu preço é aproximadamente de 30 euros em Portugal, já no Brasil podemos encontrar com o valor de 200,00 reais.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

VINHO COM TECNOLOGIA MINEIRA GANHA PRÊMIO INTERNACIONAL


O prêmio Decanter World Wine Award 2017 foi organizado pela revista inglesa Decanter, uma das mais tradicionais e respeitadas publicações sobre vinhos no mundo. Foram avaliados mais de 17 mil vinhos, julgado por 219 experts, contando com 65 mestres de vinhos e 20 mestres sommeliers, 22 vinhos brasileiros foram condecorados e 5 utilizam a tecnologia mineira.
O vinho Maria Maria Bel Sauvignon Blanc 2015, vencedor da categoria bronze, é de Três Pontas. A uva é plantada na Fazenda Capetinga, do produtor Eduardo Junqueira, e processada na vinícola Experimental da Epamig em Caldas.
“Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta”
Conta-se que cantor e compositor carioca mais mineiro, Milton Nascimento passando por Três Pontas, no sul de Minas Gerais, na época em que o parreiral da Fazenda Capetinga estava sendo implantado, brincou com Eduardo Junqueira Nogueira Junior:  “Eduardinho do céu, você é doido. Nunca ouvi falar em plantar uvas aqui no Sul de Minas ’’. Naquele momento, o projeto ganhou o nome de Maria Maria, por causa da música do cantor Milton Nascimento.
O sucesso no prêmio Decanter deste ano é reflexo de um trabalho de pesquisa da Epamig. Trata-se da técnica da dupla poda, que implica na inversão do ciclo produtivo da videira, alterando para o inverno o período de colheita das uvas destinadas à produção de vinhos. O método consiste na realização de duas podas, uma de formação dos ramos no mês de agosto, e outra de produção no mês de janeiro, destaca o pesquisador da Epamig Murillo Albuquerque Regina, responsável por desenvolver essa iniciativa. A combinação de elementos: tempo seco, dias ensolarados e noites frias ocasionam na colheita de uma uva sã, de maturação plena, que apresentam mais aroma e maior concentração de cor, o que contribui para o incremento da qualidade do vinho. A iniciativa inovadora de se produzir vinhos finos na Mantiqueira teve início em regiões, tradicionalmente, cafeeiras como uma alternativa para diversificação de renda. 
A terra da cachaça e do café conquistou seu lugar no mundo do vinho, com este prêmio internacional: Decanter World Wine Awards 2017, em Londres. 

quarta-feira, 31 de maio de 2017

MURALHAS DE MONÇÃO 2016: UM VINHO PREMIADO




O vinho Muralhas de Monção 2016, da Adega Cooperativa de Monção, ganhou o prémio “Trophy”, de entre os néctares da Região dos Vinhos Verdes, atribuído pelo International Wine Challenge 2017, um dos maiores, mais antigos e prestigiados concursos de vinhos mundiais. Após ter sido distinguido com medalha de ouro naquele concurso internacional, que decorreu em Londres, o Muralhas de Monção 2016 arrebata agora aquele que é considerado o “champion” dos troféus, um prémio atribuído apenas aos vinhos destacados com ouro, de entre aqueles com maior pontuação.
A organização do concurso é conhecida por ter o mais meticuloso processo de avaliação, dividido em duas fases, em que qualquer vinho medalhado é provado em três ocasiões diferentes por, pelo menos, 10 provadores diferentes. Armando Fontainhas, presidente da Adega Cooperativa de Monção, congratula-se com esta distinção e considera que é o resultado “de um trabalho de persistência, determinação e paixão que permite à sub-região de Monção e Melgaço produzir vinhos de elevada qualidade”, adiantando ainda que “é um orgulho ver todo este trabalho reconhecido e premiado mundialmente”. 
Este é um Vinho verde com aromas de pêssegos, damascos e limão siciliano, com nuance mineral e toque de vegetal. Seu paladar se mostra leve, com acentuado frescor, frutado e com toque mineral. É um blend, que utiliza as uvas Alvarinho, que é nativa da região e Trajadura, uma das brancas mais cultivadas na sub-região de Monção e Melgaço. Sua cor é amarela claro com reflexos esverdeados. Se harmoniza bem com Carpaccio de linguado, espaguete com frutos do mar, quibe cru, fricassê de frango, ceviche de polvo, queijos frescos. O preço aproximado de R$ 90,00.